CINEMA & EDUCAÇÃO

Dedicado a professores, alunos e amantes da 7ª Arte…

Todo mundo odeia o Chris

(Everybody Hates Chris)

 

Gênero: comédia dramática

Criador: Chris Rock

País: Estados Unidos

Idioma: Inglês

Direção: Andrew Orenstein

Produção: Adrienne Carter, Don Reo, Kali Londono

Narrador: Chris Rock

№ de temporadas: 4

№ de episódios: 88

Duração de cada episódio: 20 minutos

Formato: Sitcom

Tema de abertura: “Everybody Hates Chris” por Marcus Miller

Tema de encerramento: “Everybody Hates Chris” por Tichina Arnold

Exibição no Brasil: Record, Sony Entertainment Television, FOX Portugal, RTP2.

Transmissão original: 22 de setembro de 2005 – 8 de maio de 2009

 

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SINOPSE

A série mostra a vida da família Rock entre os anos de 1982 a 1987, focando em um membro em especial: Chris Rock. No ano de 1982, Chris completa 13 anos e muda-se com sua família para Bedford-Stuyvesant (conhecida como “Bed-Stuy”), no Brooklyn, Nova York. Lá, Chris vive as alegrias e desventuras de ser um adolescente, tanto em ações em que a história realmente acontece quanto em pensamentos e conclusões expostas de forma humorística e muitas vezes exageradas. Todo mundo odeia o Chris é inspirado nas vivências da adolescência do comediante Chris Rock, no bairro de Bed-Stuy, no distrito do Brooklyn, em Nova York.

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ELENCO

Terry Crews — Julius Rock

Tichina Arnold — Rochelle Rock

Tequan Richmond — Drew Rock

Imani Hakim — Tonya Rock

Vincent Martella — Greg Wuliger

Tyler James Williams — Chris Rock

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TEMA

Racismo;

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 PRINCIPAIS PERSONAGENS

 

Chris Rock

É o personagem mais infeliz e azarado da série. O único negro da escola onde estuda, além de ser filho mais velho de Julius e Rochelle. Ele deseja ser bonito, talentoso, popular, ou qualquer outra coisa positiva, mas não consegue realizar seus desejos. Quase sempre se dá mal nos episódios. Trabalha na mercearia do Doc a partir da 2ª temporada.

 

Julius Rock

O pai de Chris é o filho mais velho de quinze irmãos, por isso teve de aprender um pouco de tudo, um homem super trabalhador que aprendeu a dar valor a cada centavo. Trabalha em dois empregos, não tendo quase tempo para dormir. Sempre dá conselhos que são verdadeiras lições de vida a seus filhos, principalmente para o Chris e, sempre tenta proteger sua filha Tonya, muitas vezes fazendo “vista grossa” para seus erros. Na vida real, Julius morreu em consequência de uma cirurgia para tratar de uma úlcera aguda no estômago, em 1988.

 

Rochelle Rock

A mãe de Chris age como a ditadora perante a família, manda em seu marido, grita com a família inteira e bate nos filhos, para ela gritar é normal, tanto que ela já fala como se quisesse gritar. Nunca gostou de trabalhar, mas quando arruma um emprego faz questão de não permanecer nele, e sempre deixa bem claro: “Eu não preciso disso, meu marido tem DOIS empregos!”. É muito rígida com Chris, mas muito preocupada com a educação dos filhos, matriculando Chris em uma escola de brancos, por achar que o filho teria uma melhor educação.

 

Drew Rock

Mesmo sendo mais alto que Chris, é o irmão do meio. Personagem mais sortudo da série, atraindo todas as meninas que Chris tem paixões. Baseado em dois irmãos do criador da série: Andrew Rock e Tony Rock.

  

Tonya Rock

A irmã mais nova de Chris, e também única filha, por isso ela é capaz de conseguir qualquer coisa através de choros e gritos, chantagens e mentiras.

 

 Greg Wuliger

Garoto branco, ítalo-americano, nerd e conselheiro, melhor amigo e o único que gosta de Chris. Sempre que Chris precisa, pode contar com Greg.

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PREMIAÇÕES

Emmy Awards 2006

– Melhores Caras Parecidos – Maurilio Guilherme e Tyler James Williams

 

2006 – NAACP Image Award

-Melhor ator – Tyler James Williams

– Melhor atriz – Tichina Arnold

– Melhor série em comédia

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CURIOSIDADES

–  O primeiro episódio da série, transmitido pela UPN, alcançou a 3ª maior audiência da história da emissora.

 – O último episódio da série, alcançou apenas 1,8 milhão de espectadores.

– Na quarta temporada, os produtores da série desejaram fazer uma homenagem ao comediante Bill Cosby. Chris convida uma garota para ir ao baile da escola, porém quando Chris entra na casa da garota, sente como se estivesse dentro do seriado The Cosby Show. Na verdade quem fez Bill Cosby foi o ator Orlando Jones.

– Julius Rock é um personagem baseado em Christopher Julius Rock II, pai de Chris Rock.

– Rochelle Rock é uma personagem baseada na professora Rosalie Tingman Rock, mãe de Chris Rock.

– Drew Rock é um personagem baseado em Andrew Rock, irmão de Chris Rock.

– Tonya Rock é uma “versão feminina” de Tony Rock.

– Greg Wulliger é baseado num amigo de infância de Chris Rock.

– Na série, Chris tem só Drew e Tonya como irmãos, mas, na verdade, Chris Rock tem sete irmãos.

– Em 21 de novembro de 2010 a série alcançou a picos de 10 pontos e foi líder absoluto no domingo, deixando a Rede Globo e o SBT para trás.

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SOBRE CHRIS ROCK:

Christopher Julius Rock III, nascido em Andrews, South Carolina em 07 de fevereiro de 1965, é um comediante e ator americano. Cresceu em Bedford-Stuyvesant High Scchool, onde foi presidente do grupo de xadrez e da Liga dos Alunos Negros.

Chris Rock, filho de Christopher Julius Rock II e Rosalie Tingman Rock (chamada no seriado de Rochelle), possui 7 irmãos, dentre eles Tony, Kenny e Charles (falecido), mas somente dois aparecem no seriado, Andrew (Drew) e Tonya.

Além de atuar, Rock teve três especiais no canal HBO: ‘Bring the Pain’ (1996), ‘Chris Rock: Bigger and Blacker’ (1999), ‘Never Scared’ (2004) e, mais recentemente, ‘Kill the Messenger’ (2008). O canal HBO também exibiu seu talk show, ‘The Chris Rock Show’. Seu material geralmente envolve as relações entre as raças nos Estados Unidos, apesar de falar também de mulheres.

Estreou em filmes em 1986, dentre os quais podemos citar: ‘Máquina Mortífera 4’ (1998), ‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’ (2001) e ‘Em Má Companhia’ (2002).

Rock está casado com Malaak Compton-Rock, fundadora e diretora da Styleworks, um salão de beleza que provê serviços para mulheres carentes, desde 23 de novembro de 1996, com a qual tem duas filhas: Lola Simone (nascida em 28 de junho de 2002) e Zahra Savannah (nascida em 22 de maio de 2004).

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CURIOSIDADES

– Rock afirma ter sido preso quatro vezes, uma por atacar um jovem que lhe havia roubado e três vezes por violações de trânsito, incluindo dirigir sem a licença e por “dirigir muito devagar”.

 

 

8 comentários em “Todo mundo odeia o Chris

  1. Sheila Aguiar
    28 de abril de 2011

    Oi, sou aluna da UMC 5º semestre de Pedagogia. Não poderia deixar de comentar sobre este seriado “Todo mundo odeia o Chris”. É engraçadinho, uma verdadeira sessão da tarde, porém a “moral da história” é muito interessante. É o racismo norte americano estampado todos os dias nas nossas telinhas. E não podemos nos enganar que esta realidade racista não é só uma questão que envolve os norte americanos. O raciscmo existe aqui no Brasil e infelizmente é muito forte. Ele nos cerca e só quem tem ou que convive com a pele negra sabe o que passa, o que sofre com esta dura realidade. Certa vez lí em uma matéria na folha uma declaração da atriz Camila Pitanga (que se declara negra, é filha de negros), dizendo que nunca sofreu racismo. Sorte a dela que é atriz global, famosa, linda, deslumbrante e nunca sofreu com isso. Quando tiverem de bobeira, tentem assistir o seriado…..abraço!

    • Cintia M. S. Palma
      25 de outubro de 2011

      Querida Sheila
      Sddes!!!
      Amei seu comentário!!! Realmente o seriado é interessante para discutirmos o racismo, seja ele nos EUA ou no Brasil.
      Forte abraço, Profa. Cintia

  2. Douglas Oliveira
    27 de setembro de 2011

    No seriado Todo mundo Odeia o Chris, Chris Rock criador da série aborda vários temas, como a pobreza, o racismo e as dificuldades enfrentadas pelo personagem principal, como o fato dele morar no subúrbio.
    Nos faz pensar que mesmo nos dias atuais muitos enfrentam as mesmas dificuldades, como por exemplo, gastar duas horas para chegar na escola e ter que atravessar a cidade ou ter a casa assaltada (várias vezes), como no episódio que ele “adota” um cachorro.
    Há outro aspecto também atual, o bullying que ele “sofre” diariamente em que o Caruso o incomoda todos os dias, em um dos episódios ele aborda até de forma descontraída essa situação onde tem um até um garoto asiático que acaba enfrentando o “fortão” da escola, porém o Chris percebe que essa situação acaba “abalando a normalidade” que tinham até então, diante disso ele resolve “restituir o poder” ao Caruso, pois de acordo com ele era o melhor a fazer.
    Sem dúvida um dos melhores seriados que assisti, pois consegue abordar muitos outros temas graves e sérios de forma leve e bem humorada.

    Douglas Oliveira

  3. Vanilúcio Pereira
    14 de novembro de 2012

    O seriado aborda todos estes temas apontados, com muito humor e irreverência, de uma forma leve e cômica…
    Bem, eu particularmente sou viciado no seriado mesmo depois de ter assistido dezenas de vezes o mesmo episódio.
    Próximo dos meus 40 anos de idade, me remeto ao passado e consigo “reviver” nas memórias da minha infância, tudo que me ocorreu na década de 80, tudo, porque as músicas, roupas, carros, moveis e o que acontecia naquela época foi seguido criteriosamente pela produção.

    A melhor forma de alimentar minha nostalgia é assistir a um episodio, e de vez enquando para não bastar, assisto alguns episódios no youtube tambem.

    Um abraço a todos que adoram ” Todo mundo odeia o Chris.”

    Vanilúcio

  4. Célio Fernando Rodrigues
    20 de janeiro de 2013

    Sem dúvida é a melhor série de “comédia” que tenho visto, e que também deixo meus filhos assistirem por saber que não contem cenas inapropriadas e tantas outras coisas em horário “nobre”.

    • Cintia M. S. Palma
      21 de janeiro de 2013

      Célio, realmente o seriado “Todo Mundo Odeia o Cris” é engraçado… Mas, devo chamar a atenção que não é somente esta a questão importante que destacamos em nosso blog, mas como ele pode ser discutido em nossas casas, com nossos filhos, pois apresenta inúmeras questões sobre a família e a educação. Questões como o racismo, a adolescência, o amor, a verdade etc podem ser abordados, a partir dessa ficção, de maneira mais “leve”…
      Espero que continuem “curtindo” o seriado e discutindo!
      Abraços, Cintia Palma

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